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100% made in ceará!
Da fazenda para as mesas dos cearenses
Pioneira no Estado na produção de queijos e derivados do leite de búfala, a Laguna traz em seu DNA histórias de união, superação e conquistas, que reverberam inclusive nos momentos mais desafiadores
Laguna,
Queijos
História

O Ceará é conhecido no Brasil inteiro – e até em outros países – por ser um celeiro de pessoas criativas, empreendedoras e sempre com um olhar atento para novas tendências, que, com o tempo, caem de vez no gosto do público. Sem medo de arriscar, mas sem abrir mão da dedicação, muitos conseguem ir longe com suas ideias e negócios. Afinal de contas, para ir além, é preciso compromisso, empenho e visão de mercado, aspectos que fazem toda a diferença na nossa economia.

Um dos exemplos de como o pioneirismo é uma atitude mais do que bem-vinda quando se pensa em toda a cadeia produtiva local é a Fazenda Laguna. Se hoje os queijos e derivados do leite de búfala fazem sucesso na mesa dos cearenses, principalmente pelo sabor e por serem produtos mais saudáveis, é porque alguém, lá atrás, tinha convicção que essa ideia iria pegar. E, de fato, pegou!

A história da Laguna começa ainda na década de 1980, quando Nelson Bernardes Prado, então empresário no ramo de máquinas agrícolas, comprou uma fazenda, em Paracuru, como local de veraneio para a família. A propriedade – cuja atração principal era uma grande lagoa – testemunhou momentos de afeto e diversão entre Nelson e família durante alguns anos. No entanto, a partir de 1992, houve o ponto de virada! Como bom empreendedor que era (e ainda é), Nelson passou a perceber mais do que apenas lazer naqueles hectares. Foi quando decidiu testar uma criação de búfalas. A empreitada foi tão bem-sucedida que, dois anos depois, a marca foi instituída.

Pioneirismo

Nelson Prado Filho, atual diretor comercial da Laguna, explica que um dos desafios, lá no início, era fazer com que os clientes conhecessem os produtos derivados do leite de búfala. Para isso, houve um investimento massivo em degustação, por exemplo, como forma de despertar a curiosidade das pessoas em experimentar. Assim, aos poucos, a marca seguia fidelizando a clientela. “A ideia foi mostrar a bubalinocultura e os derivados de leite de búfala como mais uma opção a pecuária do Estado e, com uma gestão correta e criteriosa, mesmo sendo um pequeno negócio familiar, sabíamos que poderia dar certo”, afirma.

Outro desafio enfrentado, segundo o diretor comercial, foi o fato de que os queijos fornecidos pela Laguna acabavam voltando para a fazenda, uma vez que sua produção possui elevado teor de umidade, sem conservantes e, consequentemente, tinham um prazo de validade mais curto. A solução encontrada foi justamente acreditar no potencial da ideia e, claro, na qualidade daquilo que se propuseram a entregar. “Trata-se de um produto muito perecível, mas ao mesmo tempo, é algo diferenciado e especial graças ao seu frescor e maciez. Nunca pensamos em desistir e por isso o trabalho foi feito na confiança da qualidade e na certeza de que o consumidor iria reconhecer isso futuramente”, pontua.

O resultado de todo esse esforço valeu a pena. O marco que deu ainda mais certeza de que os negócios estavam, de fato, tendo visibilidade e aceitação veio em 1997, quando os supermercados começaram a entrar em contato com interessados em comprar os produtos, a partir do trabalho inicial feito em padarias, hotéis e delicatessens. E foi nesse período que a marca chegou aos Mercadinhos São Luiz, uma das maiores cadeias de supermercados do Ceará e conhecida por valorizar e dar espaço ao que é feito aqui no nosso Estado. “A aceitação é muito boa, os produtos se comunicam com o nosso cliente, principalmente pelo seu caráter prático, saudável e gourmet”, afirma Luiz Fernando Ramalho, Diretor Comercial do Mercadinhos São Luiz.

Outro aspecto levantado por Ramalho para o sucesso entre os clientes está, de fato, no pioneirismo e no espírito inovador da família Prado, que há tantos anos faz o diferente do convencional, a partir do diálogo entre sabor e saúde. “Que a Laguna sirva de exemplo, pois é importante estarmos sempre buscando novas propostas e ideias para o nosso consumidor. À medida que a sociedade evolui, as empresas também vão crescendo paralelamente”, destaca.

Entretanto, a Laguna ainda segue atendendo aos mercados menores, com a mesma atenção e dedicação, o que possibilita com que mais clientes possam ter a oportunidade de ter acesso a um produto saudável e de qualidade. Para Nelson Prado Filho, não deixa de ser uma forma de manter uma parceria de sucesso que começou ainda no início. “Não é porque estamos em grandes redes que ‘esquecemos’ aqueles que nos abriram as portas quando ainda não éramos tão conhecidos. Continuamos atendendo com excelência todos os nossos clientes, independente do tamanho”, reforça.

Trabalho e união

Hoje, a linha de queijos derivados do leite de búfala inclui o Queijo Minas Frescal, com opção Light, a Ricota Fresca, o Creme de Nata Light, o Creme de Leite, o Requeijão Cremoso, inclusive na versão zero lactose, iogurtes e a mozzarella de búfala, a primeira a ser produzida no Ceará. Além disso, com o crescimento da demanda, a marca passou a incorporar laticínios bovinos em sua produção, a partir da procura de pequenos produtores ou associações, o que não deixa de ser uma forma da Laguna também contribuir com o agronegócio familiar, oferecendo uma oportunidade de renda para outros envolvidos no setor.

A parceria com os pequenos produtores, aliás, permaneceu mesmo em tempos de pandemia. Como os derivados do leite ainda não são considerados produtos de primeira necessidade, a Laguna fez questão de pensar em estratégias de inteligência para que todos, juntos, passassem por esse momento difícil. “Como nunca pensamos em parar de comprar o leite dos nossos produtores, pois, assim, eles não teriam como escoar sua produção, resolvemos, investir nos nossos produtos que levam maior tempo de maturação. Continuamos honrando nossos compromissos com todos eles, mas voltamos nossa produção para produtos com maior tempo de prateleira”, diz.

Dessa forma, a prática da empresa confirma que a união é capaz de, sim, fazer a diferença do sucesso não só no negócio de sua família, mas também na economia do Estado. É com muito orgulho, ressalta Nelson Filho, que promovemos a qualificação e capacitação de jovens para trabalharem na fazenda, em especial os jovens que vivem na região do Paracuru. Só para se ter uma ideia, 90% dos funcionários da Laguna começaram lá como primeiro emprego.

E é assim que a Laguna pensa em seguir no futuro, vencendo os desafios impostos neste atual cenário, mas com união, trabalho e empenho. Como o diretor da empresa faz questão de frisar, quando se compra do local, toda a cadeia é beneficiada, com mais geração de emprego e renda. “Ao comprar do produtor cearense, você também está levando para casa produtos de muita qualidade e fomentando ainda a nossa economia. Assim, podemos sair muito mais rápido desse momento”, diz, com a mesma confiança do patriarca que, há mais de 25, ousou em sonhar alto.

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